Roteiros para o fim de semana em Santarém

em Cultura

sábado:

 

Este sábado, dia 10 de março, há Campeonato Distrital de Trampolim, das 08h30 às 19h00, na Nave Desportiva Municipal, organizado pela Associação de Ginástica e Gimnoclube de Santarém, integrado no programa das Festas de S. José.

 

Das 09h00 às 21h00, há Torneio Social de Ténis e Padel, nos Campos de Ténis e Padel, organizado pelo Clube de Ténis de Santarém, integrado no programa das Festas de S. José.

 

A partir das 10h00, têm início as Comemorações dos 10 anos da Livraria Aqui Há Gato, com a celebração do Festival Mia, com atividades, das 10h00 às 22h00.

Às 10h00 há Música para Bebés, com Sérgio Pinhão.

“Tem a música o poder / de tornar o homem f’liz / nem há quem saiba dizer / tanto quanto ela nos diz.” – António Aleixo

Momento para despertar a voz e o corpo, para partilhar canções e cantos rítmicos. Espaço para canções perdidas na memória dos participantes, aquelas da altura em que também eram pequeninos.

(Duração) 40′ (Classificação) até 18 meses (Preço) 10€ (bebé+adulto) (Reservas)

Às 11h00, há Histórias, com Sofia Vieira. Gratuito.

É sempre uma surpresa quando os livros se abrem e as emoções nos envolvem com histórias que nos fazem rir ou chorar ou até pensar como seria viver no mundo da fantasia!

(Duração) 30′ (Classificação) Todos

Às 11h30, há Ilustração, com Paulo Galindro.

“Sou Ilustrador, Arquiteto e Astronauta nos tempos livres!!” – Assim se descreve Paulo Galindro o “mágico ilustrador” dos sustos do “CUQUEDO” e do seu “AMOR QUE METE MEDO” e de muitas outras histórias que podes encontrar na tua Livraria Preferida.

Vem descobrir os truques e técnicas que dão cor e vida às histórias.

(Duração) 90′ (Classificação) M/4 anos (Preço) 10€ (Reservas)

Às 15h00, há Mala de Cenas, com Inês Fouto – Oficina do Conto e Atelier de Construção e Descoberta.

“As Oficinas do Conto, mais do que um espetáculo, são um momento de partilha, de escuta e de interação com as crianças. Nestas oficinas, conta-se uma história com teatro de fantoches ou de sombras, canções e jogos interativos.”

(Duração) 45’ (Classificação) Todos

“Contada a história pretende-se, com este atelier de expressão plástica, estimular o auto-conhecimento.”

(Duração) 45’ (Classificação) M/3 anos (Preço) 10€ (Reservas)

Às 16h30, há Histórias, por Sofia Vieira. Gratuito.

Este é mais um momento para sonhar e viver emoções que vêm com as histórias infantis!

(Duração) 30′ (Classificação) Todos

 

Às 17h00, há Oficina – Reciclar a Brincar, com Patrícia Ferro Martins.

“Todas as histórias começam por um princípio, mas há um sítio onde elas começam pelo fim: no laboratório amarelo. Onde vamos buscar todos os fins que são um bocadinho tristes, porque já ninguém os quer (há mesmo, vejam lá, quem lhes chame lixo). Mas com amor, daquele bem verde, que só se tem pelo ambiente que nos rodeia, fazemos histórias com um começo novinho em folha. (…) Se isto é magia? Talvez. Daquela em forma de imaginação. Mas para descobrir isso terão de nos vir visitar.”  [in Texto Laboratório Amarelo de Cristina Nobre Soares]

(Duração) 90′ (Classificação) M/4 anos (Preço) 10€ (Reservas)

Às18h00, há História, com Sofia Vieira. Gratuito.

A melhor sopa do mundo – Uma história para aprender a partilhar!

(Duração) 30′ (Classificação) Todos

 

Às 21h00, vamos Cantar Juntos, com a Associação Aprender em Parceria (APAR).

Vamos “Cantar Juntos”? Um momento musical com canções e rimas especialmente a pensar nas crianças dos 0 aos 6 anos e nas suas famílias.

Vem cantar connosco e comemorar esta amizade de 10 anos!!

(Duração) 60′ (Classificação) Todos (Preço) 10€ (Reservas)

 

O Festival Mia encerra às 22h00.

 

 

Em permanência:

 

Até dia 29 de março, visite a Mostra Documental “Falam documentos de outras eras”, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h30 às 18h00.

Termode Francisco Lorensso/ datojoza de 60@ de trigo/ e 60@ desevada.

Aos Sinco dias domes denovembro/ de mil esetesentos annos neste Sillei/ rodealcanhois perante mim escri/vão Resebeo Francisco Lorensso da tojoza/ dasmaos doRendeiro joseph da Ro/za Ferreira […].

No lugar de Alcanhões localizava-se o Celeiro da Vila de Santarém e suas anexas, nos anos de 1699 a 1707. Estava confiado ao Rendeiro, Joseph da Rosa Ferreira e ao escrivão, Francisco Gomes Gonçalves. Os lavradores assinavam o termo de levantamentos das sementes e, as condições de pagamento das mesmas.

 

Até dia 29 de março, visite a Exposição “Dia Mundial da Vida Selvagem”, que se comemora a 03 de março, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

Comemoramos a efeméride “Mundial da Vida Selvagem” com o objetivo de celebrar a fauna e a flora do planeta, cada vez mais ameaçados, alertar para os perigos do tráfico de espécies selvagens e relembrar o contributo das plantas e dos animais selvagens para o desenvolvimento sustentável e bem-estar da humanidade.

 

Até dia 31 de março, visite a Mostra Bibliográfica “Vamos ler… José Cardoso Pires”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00, e ao sábado, das 09h30 às 12h30.

No 20º aniversário da sua morte, relembramos José Cardoso Pires (1925-1998) natural de Cardigos – Mação, considerado um dos maiores escritores portugueses do século XX com uma carreira literária marcada pela inquietação e deambulação.

 

Até dia 31 de março, visite a Exposição “Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.

De 3 de Janeiro até ao final de Março estará em destaque trimestral uma obra da autoria de Oswaldo Teixeira: “Paisagem Urbana”, Gravura s/ papel (água forte), datada de 1937.

 

Até dia 21 de abril, visite a Exposição Anual de Aguarelas da Associação de Aguarela de Portugal, no Palácio Landal. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00, e aos sábados, das 10h00 às 13h00.

A AAPOR – Associação de Aguarela de Portugal assinala mais um ano de existência e, cumprindo um dos seus desígnios, inaugura, dia 3 março, pelas 16h00, numa organização conjunta com a Câmara Municipal de Santarém, a sua 3ª exposição anual de trabalhos dos sócios, que desta vez, tem lugar no Palácio Landal, na cidade de Santarém.

Com esta mostra muito versátil podem ser vistas obras de mais de 40 aguarelistas. Entre eles alguns vão expor pela primeira vez no seio desta associação e outros contam já com uma larga experiência e participações em eventos nacionais e internacionais. A aguarela, que tem vindo a afirmar-se como um meio de expressão artística cada vez mais versátil, é neste momento um reflexo de modernidade. Para além desta força, tem ainda o poder de reunir os seus praticantes e apreciadores de uma forma muito genuína e plena de humanidade.

Com a sua presença em Santarém os sócios da AAPOR proporcionam a todos excecionais momentos de beleza e poesia.

 

Até dia 28 de abril, visite a Exposição “Santarém Cidade em Crescente”, na Casa Pedro Álvares Cabral / Casa do Brasil, de terça-feira a sábado, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

A exposição apresenta-se como uma proposta de leitura do espírito do lugar (genius loci), partindo de uma matriz identitária de base geográfica (mediterrâneo oriental – ‘crescente fértil’) e sublinhando a dimensão mnemónica da sua paisagem cultural.

A mostra combina objetos museológicos com imagens e instalações de arte contemporânea, apostando fortemente na componente sensorial, experiencial e multimédia.

O discurso expositivo aborda temáticas diversificadas, muito ligadas com o fundo cultural da região, destacando a importância da agricultura (vinho, azeite e cereais), do touro e do cavalo, do rio e da lezíria. Paralelamente, explora as vertentes simbólico-religiosas, particularmente as ligadas à fertilidade – ‘paisagem da abundância’. Finalmente, interpreta a importância local e o simbolismo e a religiosidade das águas, presentes no mito de Santa Iria.

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo – Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.

O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h15 às 12h30 e das 14h00 às 17h15.

“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”. Para mais informações, contate: 243 357 288.

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