CDS recomenda ao Governo que assegure a gestão eficiente do tráfego na “Ponte da Chamusca”

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Numa iniciativa da deputada Patrícia Fonseca, subscrita por todo o Grupo Parlamentar, o CDS-PP recomenda ao Governo que, dado o carácter urgente e estratégico para a região, tome as necessárias diligências no sentido do ordenamento e gestão eficiente do tráfego na travessia da Ponte João Joaquim Isidro dos Reis, entre Chamusca e Golegã.

“A travessia viária do rio Tejo é fundamental para o desenvolvimento e sustentabilidade do distrito de Santarém”, afirma o Grupo Parlamentar, recordando que a ponte está localizada na EN 243, entre os concelhos da Chamusca e Golegã, a Ponte João Joaquim Isidro dos Reis, comummente designada por “Ponte da Chamusca”, é precisamente uma das vias estratégicas de circulação rodoviária do norte do Vale do Tejo, e serve de ligação entre aqueles dois concelhos, ambos com atividades económica e agrícola dependentes de uma mobilidade eficiente e sustentável.

“Uma ligação importante quer para a circulação entre o norte do Vale do Tejo e a Lezíria do Tejo, quer para a ligação entre o interior norte e centro e o sul do país. É, para quem vem do interior norte e centro, uma das vias mais utilizadas para o transporte de resíduos para o Ecoparque do Relvão (a alternativa é apenas a Ponte de Abrantes). No entanto, apesar desta sua importância, regional e nacional, a Ponte da Chamusca está longe de satisfazer as reais necessidades ao nível da circulação e mobilidade na região”, refere o CDS-PP.

“A necessidade de circulação alternada, aliada à falta de visibilidade devida à sua extensão – mas também, não raramente, ao denso nevoeiro muito comum naquela zona do rio Tejo –, e à impossibilidade de no tabuleiro da Ponte se cruzarem dois veículos pesados, provocam diariamente vários engarrafamentos e estrangulamentos, que muitas vezes demoram horas a ser resolvidas, com todos os prejuízos que daí resultam, tanto a nível económico, como para meios de socorro e segurança e, ainda, para a qualidade de vida das populações”, sublinham os deputados centristas.

Em fevereiro deste ano, a Infraestruturas de Portugal, S.A. (IP) procedeu à colocação de semáforos como solução provisória para minimizar os graves congestionamentos de trânsito na Ponte.

No entanto, para o CDS-PP, “a solução não se tem revelado satisfatória, tanto mais que, frequentemente, os semáforos, ou estão desligados, ou quando ligados se encontram intermitentes, permitindo que o trânsito de ambos os lados avance sem visibilidade suficiente para perceber se a travessia poderá, ou não, ser realizada”.

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