Paulo Portas elogia ensino privado no Entroncamento

em Ensino

Para Paulo Portas não há dúvidas: o ensino privado deve ser considerado com um serviço público.

 “Acredito que, um dia, como acontece nos países mais desenvolvidos, as famílias portuguesas poderão escolher as escolas para os seus filhos. Acredito que ensino público não é apenas o do Estado mas também que presta serviço ao público”, afirmou Paulo Portas numa visita que fez esta semana ao Colégio dos Navegantes, um colégio privado de inspiração católico que vai fazer dois anos de vida em Agosto no Entroncamento.

“Veja-se o número de famílias da classe média que, cada vez mais, colocam os seus filhos em colégios privados e em colégios católicos”, exemplifica Paulo Portas, referindo que estes pais “acreditam que nestes colégios a autoridade do professor é clara, a exigência sobre os alunos é efectiva, o centro da educação é a qualidade e não há baldas”. Para o líder centrista existe actualmente, no sistema público de ensino, “uma educação facilitista, cheia de experimentalismos, cheia de baldas, como alguma esquerda deste país gosta de defender”. “Esta escola condena os jovens a não estarem preparados para o mercado cá de fora que é muito duro e competitivo”, considera o presidente do CDS-PP. Por oposição a este modelo, Portas defende o “modelo de rigor” que diz ter encontrado neste colégio do Entroncamento. “Nestes colégios há rigor e acompanhamento dos alunos o que permite que, quem nasceu num meio desfavorecido, ter um passaporte para uma vida melhor do que a dos seus pais””, frisou Paulo Portas, para quem deve existir “uma saudável concorrência entre os estabelecimentos particulares e os do Estado”.

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