novembro 29, 2021

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Investigadores do Porto desenvolvem vacina comestível para feijão-caupi

As vacinas são semelhantes às injetáveis, no entanto, uma equipa de investigadores do Instituto Politécnico do Porto (IPP) decidiu desenvolver uma vacina comestível Govit-19 na forma de iogurte e sumo de fruta.

A ideia começou a tomar forma há cerca de seis meses e agora estão em andamento os testes in vitro e em breve os testes em animais, disse Ruben Fernandez, do Laboratório de Biotecnologia Médica e Industrial do IPP – LubaMisa.

Ele ressaltou que o teste seria realizado em ratos, peixes e até nos menores tipos de minhocas.

Falando sobre o “projecto totalmente inovador em Portugal”, o biólogo explicou que a vacina, que pode ser tomada com iogurte ou sumo de fruta, é baseada em fruteiras geneticamente modificadas e probióticos.

“As plantas, como os probióticos, já são geneticamente modificadas”, explicou Ruben Fernandez.

Ressaltando que a ideia dessa vacina chega facilmente ao usuário final, a pesquisadora apontou as diferenças entre o presente e o presente: a corrente estimula a neutralização do vírus e esta estimula o sistema imunológico.

“Então, os dois são preventivos, mas nesse caso a vacina neutraliza uma infecção”, explica.

Ele ressaltou que as vacinas podem combinar probióticos ou plantas geneticamente modificadas ou usar apenas um deles.

O biólogo disse que usar apenas probióticos tornaria a vacina “verdadeira em seis meses a um ano”, pois são bactérias que podem ser rapidamente substituídas.

Com frutas, explicou, a implementação seria “alta” porque as plantas teriam que crescer e frutificar para que pudessem ser utilizadas na indústria e convertidas em suco.

Ruben Fernandez, que lembrou que a vacina é custeada exclusivamente com recursos próprios, lembrou que, nas fases finais, a vacina deve se associar a parceiros da indústria de alimentos para chegar e chegar ao consumidor final.

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“Será a indústria que decidirá que tipo de produtos eles querem e podemos dar a eles muitas opções”, disse ele.

Apesar de ter sido encaminhado para Govit-19, Ruben Fernandez acredita que pode estar interessado em tratar outros tipos de infecções.