Os capitais a fugir e o endividamento a crescer!

renato novo

Somar austeridade à austeridade, maiores serão as fugas de capitais, não haverá crescimento económico e o país agravará mais o endividamento que os juros se encarregarão de fazer crescer. Como inevitável consequência, a classe média financiadora da receita e garante da estabilidade, irá todos os dias empobrecendo e a situação social do país implodirá irremediavelmente.

Espuma dos dias – Novo Ano

armando fernandes

O novel ano vai ser palco de inúmeras manifestações de interesses, as mais evidentes não serão as mais eficazes.

Editorial – Revitalizar a economia

ribatejo

É a falência declarada da receita da troika e a confirmação de que o ciclo vicioso da austeridade só gera mais austeridade, ao ponto de se temer já o confisco alargado dos dois meses de subsídio entretanto já cortados aos funcionários públicos.

Editorial – Sobreviver a 2012

ribatejo

Exatamente 19 das 20 empresas cotadas no PSI 20 têm atualmente sede na Holanda, e pelos mesmos “nobres” motivos do senhor Pingo Doce: proteger os lucros de impostos (que para eles o capital não tem pátria e o Estado só existe para os servir). Pena é que os outros dez milhões de portugueses não possam fazer a mesma coisa.

Uma política ultraliberal de destruição da economia, das empresas e da sociedade portuguesa – por Eugénio Rosa

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“O défice fictício de 2011, um governo e uma “troika” estrangeira cegos pela ideologia neoliberal”: é este o tópico que dá o mote ao economista Eugénio Rosa para um completo estudo sobre a situação económica portuguesa atual.

A importância dos mercados regionais – por Rui Barreiro

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É excessivamente simplista dizer-se que 2011 foi um mau ano agrícola. Não podemos ler a partir dos números divulgados pelo INE e pelo Eurostat o que eles não indicam.

Espuma dos Dias – O Sobreiro

armando fernandes

Coruche ganha com a decisão da Assembleia da República ao conceder ao sobreiro o estatuto de árvore nacional.

Editorial – Podia ser diferente

ribatejo

Vivemos, é certo, um tempo de más e angustiantes notícias com que o poder político, por vezes, se compraz em afogar-nos a esperança e a vontade de resistirmos, mesmo quando o estado social está a ser desmantelado à frente dos nossos olhos.

Em que país podemos viver

luis eugenio ferreira

Aguardo agora a pé firme que um destes dias, algum alto dirigente da Nação, me venha aconselhar a ir morrer longe, dadas as dificuldades manifestas para se morrer aqui com alguma dignidade.

Marimbando: marimbar

armando fernandes

A insolvência ou bancarrota acarreta terríveis prejuízos, penúria e morte como também os compêndios históricos referem.

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