Rosário Breve – Três historietas sem moral especial
Blogue de Notas, twitter Quinta-feira, Abril 12th, 2012
A gente queixa-se do calor, mas bastam dois dias outoniços para que os subestados de alma aflorem à tona triste.

A gente queixa-se do calor, mas bastam dois dias outoniços para que os subestados de alma aflorem à tona triste.

Jorge Coelho, tendo percebido como Ministro das Obras que os construtores ganhavam muito mais do que ele, foi para construtor e ganha agora dez ou doze vezes mais do que ganhava como ministro e cem vezes mais do que os do salário mínimo.

Um autarca modelo, pode até, e isso é uma ideia que acabo de ter, ser um homem ou uma mulher que vá muitas vezes à televisão. Pode, até ocupar a grande parte do tempo a falar na televisão, a aparecer nos ecrãs…

Depois disso, remeteram-se à gestão das sua autarquias, e não mais apareceram nos jornais ou nas televisões, a não ser a espaços.
Que falta fazem em Santarém autarcas desta estirpe!

Porque, quando me enfarpelava com o casaco Silva, sofria imediatamente de uma ânsia de condecorar pides: isto era grave, até porque o casaco Silva me fazia chamar-lhe, também, Rosa Casaco. Com aquele vestuário, só me apetecia beijar a careca aboborina do Américo Thomaz e dizer mal do capitão Salgueiro Maia e da liberdade e dos jornalistas ainda não arregimentados e dos reformados pobres e de construir vivendas pirosas e sofrer de espasmos esquelético-musculares que me impediam de amar e compreender Camões, Eça e Pessoa.

São depoimentos inspiradores os que estas pessoas nos oferecem. Temos que estar motivados para mudar.

ois até os do Trio da Quadratura do Círculo, que, posto cada macaco no seu galho, não são piores do que os do Trio Odemira, até esses dizem e repetem que não será possível termos um governo competente sem uma oposição inteligente, atenta, constante e tonitruante. E a oposição do Sr. Seguro só é tonitruante, constante e atenta.

Já tinha pensado várias vezes por que razão em Santarém não se andava muito de bicicleta, não porque, essencialmente, o sobe e desce não ajuda muito. O essencial, sei-o agora, é que faltavam as bicicletas à disposição, e agora elas aí estão. Era mesmo o que faltava!

Juro pela vossa saúde que não era minha intenção tornar tão depressa a moitaflorir esta minha/vossa coluna. Mas…

A Associação Casa dos Beirões no Ribatejo vem, por este meio, repudiar vivamente as afirmações proferida pelo Sr. Vitor Varejão relativamente a esta Associação, publicadas na rubrica “Opinião” do jornal “O Ribatejo”.
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