Santarém finalista a Prémio “Município do Ano” com o projeto ambiental “Raízes da Sustentabilidade”

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Santarém volta a estar nomeada como finalista dos “Prémios Municípios do Ano – Portugal 2018, na 5.ª edição deste prémio, com o Projeto Ambiental “Raízes da Sustentabilidade”, instituído pela Universidade do Minho, através da plataforma UM-Cidades, e este ano, também organizado pela Câmara de Guimarães. “Raízes da Sustentabilidade” está eleito como um dos melhores projetos municipais, na categoria geográfica Alentejo.

“O Município de Santarém vê assim a sua aposta decisiva, reconhecida na capacitação institucional na área do Ambiente e Sustentabilidade, com o Projeto “Raízes da Sustentabilidade”, nesta 5.ª edição do Prémio UM CIDADES, que atribui mérito a projetos distintivos que tenham impactes assinaláveis no território, na economia e na sociedade, que promovam o crescimento, a inclusão e ou a sustentabilidade, contando com 56 candidaturas a nível nacional, sendo o Município de Santarém um dos quatro selecionados para a categoria regional Alentejo”, refere uma nota da Câmara de Santarém.

O projeto Raízes da Sustentabilidade tem o propósito de implementar políticas públicas de Alterações Climáticas a nível local, envolvendo a população através da criação de sumidouros familiares que contribuem para a mitigação e adaptação ao efeito da mudança climática, promovendo uma cidadania ativa nas questões ambientais e, em particular, na defesa e opção por plantações de árvores autóctones que são imprescindíveis para o equilíbrio dos ecossistemas e aumento da sua resiliência.

É um projeto que assenta num modelo concpetual centrado na dinâmica entre obras de engenharia natural e a participação pública, envolvendo a sociedade na temática das Alterações Climáticas, com realização de ações no terreno que permanecem no tempo e criam uma cadeia de valor ambiental e económica (a longo prazo), focado no ativo “árvore autóctone”.

Este projeto de natureza ambiental cumpre com a linha estratégica de Portugal atingir a neutralidade carbónica em 2050, posicionando-se entre os países que assumem a liderança no combate às Alterações Climáticas, sendo os Municípios um ator chave na concretização de medidas da política pública de mitigação e adaptação às Alterações Climáticas.

Em 2016, o Município de Santarém venceu o prémio “Município do Ano 2016 – Região Alentejo”. com o Projeto Ambiental “Reabilitar Troço a Troço”, instituído pela Universidade do Minho, através da sua plataforma UM-Cidades, vendo assim reconhecida a visão inovadora que consubstancia o modelo pioneiro do município para a gestão sustentável da água no domínio dos recursos hídricos.

Na edição de 2014 o Município de Santarém foi finalista dos Prémios Município do Ano com o projeto “BIOMOMENTO”, apresentado na I Conferência dos Prémios Município do Ano da UM Cidades, que decorreu a 5 de março de 2015, com vista à disseminação de boas práticas de governação local.

A cerimónia de entrega dos Prémios “Municípios do Ano – Portugal 2018” tem lugar no dia 16 de novembro, em Guimarães, e estão nomeadas 35 autarquias para nove categorias e para o grande prémio final.

O concurso pretende “reconhecer as boas práticas de projetos implementados pelos municípios com impacto no território, na economia e na sociedade, promovendo o crescimento, a inclusão e a sustentabilidade”, para além de ter como objetivo “colocar na agenda a temática da territorialização do desenvolvimento, perspetivada a partir da ação das autarquias, bem como valorizar realidades diversas que incluam as cidades e os territórios de baixa densidade nas diferentes regiões do País”, refere a Universidade do Minho.

 Os finalistas nomeados em 2018 são Avis, Coruche, Santarém e Sines (Alentejo); Albufeira, Alcoutim e Loulé (Algarve); Cascais, Lisboa, Mafra e Sesimbra (Área Metropolitana de Lisboa); Arouca, Espinho, Gondomar e Vila Nova de Gaia (Área Metropolitana do Porto); Águeda, Mealhada, Oliveira do Hospital e Seia (Centro); Figueira de Castelo Rodrigo, Idanha-a-Nova, Lousã e Sátão (Centro com menos de 20 mil habitantes); Braga, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Vila Real (Norte); Alfândega da Fé, Armamar, Montalegre e Valpaços (Norte com menos de 20 mil habitantes); Horta, Madalena do Pico, Ribeira Grande e Vila Praia da Vitória (Regiões Autónomas).

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