Festival Bons Sons foi o maior de sempre

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A organização do BONS SONS faz contas ao festival e diz que este foi o maior de sempre. Foram apresentados 52 espetáculos programados nos 8 palcos e no auditório, distribuídos por vários pontos da aldeia, num total de 202 artistas. A este balanço, soma-se 57 atividades paralelas e 8 concertos inesperados, numa edição que registou o maior número de visitantes de sempre, durante quatro dias passaram pelo BONS SONS 38.500 visitantes.

A organização do festival regista e agradece a colaboração dos 420 voluntários envolvidos (320 da aldeia e os restantes de fora) e ainda a presença de 124 jornalistas e fotógrafos.

Este ano, o mapa do recinto teve algumas alterações e deu a conhecer recantos da aldeia que, para muitos, ainda permaneciam desconhecidos, como aconteceu com o novo palco Zeca Afonso que recebeu, nesta estreia, PAUS, Zeca Medeiros, Mirror People e Slow J, Linda Martini ,The Lemon Lovers e Peltzer.

Alguns dos restantes palcos, já bem conhecidos dos visitantes, surgiram também com formatos diferentes e novos nomes. É o caso do Tarde ao Sol, no adro da Igreja de S. Sebastião, que deu lugar ao palco Amália passando a receber concertos também à noite. Por lá passaram artistas como Norberto Lobo, Miguel Calhaz, João Afonso, Ela Vaz e Fado Violado.

Também o Auditório de Cem Soldos passou, este ano, a chamar-se Auditório Agostinho da Silva, não só durante o festival, onde recebeu programação ligada às artes performativas, pela Materiais Diversos e cinema, via Curtas em Flagrante ou atividades dedicadas a crianças, mas durante o ano inteiro.

Fora dos palcos, os concertos inesperados apanharam de surpresa os visitantes com Salvador Sobral, Selma Uamusse, Tomara, António Bastos, Miguel Calhaz, Zeca Medeiros, Moonshiners e Lena d’Água e Primeira Dama a ocupar as varandas e escadarias das casas.

Um dos principais objetivos do BONS SONS em cada edição é assegurar o crescimento sustentado do evento. Este ano, o festival introduziu mudanças que contribuíram para a diminuição da sua pegada ambiental.

Outra medida implementada com sucesso nesta edição foi o conceito cashless: o pagamento das compras efetuadas no recinto passou a ser feito com recurso à pulseira do festival, carregada previamente, evitando contas de cabeça e dinheiro perdido nos bolsos.

De ano para ano, o BONS SONS também tem procurado diminuir barreiras de forma a que todos, sem exceções, possam viver a aldeia e tirar o máximo de partido do festival. Para isso, os palcos foram dotados de plataformas elevadas individuais ou de zonas de visibilidade privilegiada que permitiram aos visitantes em cadeira de rodas assistirem aos concertos no meio da multidão de forma segura.

O BONS SONS marca encontro em Cem Soldos para a 10.ª edição, com um até já!

 

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