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Mais de 350 professores participam no VI encontro “A ARTE de Educar” no Convento de S. Francisco

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O VI encontro “A ARTE de Educar – O QI do Coração e a torre do PISA”, organizado pelo Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, no Convento de S. Francisco, em Santarém, contou com a participação de João Costa, secretário de Estado da Educação, para quem “o bem-estar é uma finalidade da Aprendizagem”. Para João Costa, é necessário ”assegurar uma educação inclusiva e equitativa de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem para todos, ao longo da vida”. O secretário de Estado lembrou como é excecional “termos a capacidade de nos deslumbrarmos com o que é bonito”, numa alusão ao interlúdio musical com que o ilustre músico e compositor português, Custódio Castelo, brindou os mais de 350 professores que participaram neste Encontro, que esta tarde, também contou com a participação de Ricardo Gonçalves, presidente da Câmara de Santarém.

A intervenção de Custódio Castelo levou João Costa a afirmar que “A Arte não precisa de se justificar. Serve para nos sentirmos completos enquanto seres humanos”, e acrescentou que “as artes e a Educação Física são das componentes do currículo, os mais inclusivos”, uma vez que “têm a capacidade de dar mais autonomia aos alunos e permite-lhes inovar”.

Todos defenderam a importância da existência  da Escola verdadeiramente inclusiva, ou seja, a escola na qual todos aprendam, independentemente das suas capacidades e da sua origem social; a escola que promove a cidadania global; a escola que não deixa de lado os problemas reais do mundo; a escola que promove o equilíbrio entre as novas tecnologias e a ética; a escola que tem em vista o bem estar da população- entenda-se esse bem-estar como uma meta que supõe a formação de pessoas despertas para as problemáticas políticas, sociais, ambientais, com que o mundo se confronta, o que implica valorizar as Humanidades. Para alcançar esses objetivos, a escola transformadora deve ter como referência as diretrizes que constam no «Perfil do Aluno», que define objetivos a atingir no final da escolaridade, centralizando a ação da escola na formação global do aluno e no saber fazer e «não na formação apenas para a nota».

 

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