Roteiro para fim de semana em Santarém – Gala Lírica esta sexta-feira no Cnema

em Cultura

Esta sexta-feira, às 21hh30, o Auditório do CNEMA recebe a Gala Lírica com Hélia Castro (Soprano), Ema Viana (Mezzo-soprano), Carlos Guilherme (Tenor) e a Orquestra Filarmonia das Beiras, dirigida pelo Maestro António Vassalo Lourenço), num espetáculo que marca a antestreia do “Verão In. Str… é um Espanto! “. Para entrada na Gala que tem entrada livre, os bilhetes podem ser levantados no CNEMA, a partir das 20h30.

 Neste concerto especial, Hélia Castro (soprano), Ema Viana (mezzo-soprano) e Carlos Guilherme (tenor), acompanhados pela Orquestra Filarmonia das Beiras, vão interpretar peças famosas que transportam o público para um universo de emoções, com interpretação de obras e óperas de Giuseppe Verdi, Jules Massenet, Camille Saint-Saëns, Charles Gounod, Giacomo Puccini, Leonard Bernstein ou Johann Strauss.

Hélia Castro, natural de Sangalhos, “adotou” Santarém como a sua Terra, cujo talento para o canto lírico ficou bem evidente ao longo da sua participação no programa televisivo “Ídolos”, onde surpreendeu o júri e o público, e se tornou conhecida como “a médica que canta ópera”.

 

PROGRAMA:

I Parte

 

Giuseppe Verdi (1813-1901) – Prelúdio (da ópera La Traviata)

Giuseppe Verdi (1813-1901) – È strano… Ah, fors’è lui … sempre libera (da ópera La Traviata) – Hélia Castro, soprano e Carlos Guilherme, tenor

Jules Massenet (1842-1912) – Pourquoi me réveiller (da ópera Werther) – Carlos Guilherme, tenor

Camille Saint-Saëns (1835-1921) – Mon cœur s’ouvre a ta voix (da ópera Sanção e Dalila) – Ema Viana, mezzo-soprano e Carlos Guilherme, tenor

Charles Gounod (1818-1893) – Ah, je ris (da ópera Fausto) – Hélia Castro, soprano

Léo Delibes (1836-1891) – Dueto das Flores (da ópera Lakmé) – Hélia Castro, soprano e Ema Viana, mezzo-soprano

 

II Parte

 

Giacomo Puccini (1858-1924) – Intermezzo (da ópera Madama Butterfly)

Giacomo Puccini (1858-1924) – Un bel dì vedremo (da ópera Madama Butterfly) – Hélia Castro, soprano

Giacomo Puccini (1858-1924) – Vogliatemi bene (da ópera Madama Butterfly) – Hélia Castro, soprano e Carlos Guilherme, tenor

Giacomo Puccini (1858-1924) – Tutti i fior (da ópera Madama Butterfly) – Hélia Castro, soprano e Ema Viana, mezzo-soprano

Leonard Bernstein (1918-1990) – Tonight (da ópera West Side Story) – Hélia Castro, soprano e Carlos Guilherme, tenor

Johann Strauss (1825-1899) – So muss allein ich bleiben (da ópera O Morcego) – Hélia Castro, soprano, Ema Viana, mezzo-soprano e Carlos Guilherme, tenor

 

 

Às 21h30, o Teatro Sá da Bandeira recebe o Espetáculo de Teatro e Música “Ergue-te Santarém”, pelo Grupo Sons do Alviela.

 

No ano em que se comemora os 150 anos de vila a cidade, é tempo de fazer uma viagem nesta terra de conquistas e durante séculos esquecida.

“… Ai!… Santarém, Santarém, levanta a tua cabeça coroada de torres e de mosteiros, de palácios e de templos! Mira-te no Tejo, princesa das nossas villas, e verás como eras bela e grande, rica e poderosa entre todas as terras portuguesas…”

Apenas no afeto pelo passado a cidade será digna do futuro que pretende construir…

ERGUE-TE SANTAREM!

 

O Grupo Sons do Alviela pretende dar a conhecer de uma forma simples a essência e as raízes de Santarém. A história desta cidade prestes a comemorar 150 anos é de uma tal riqueza e intensidade que o seu desfolhar se torna viciante e transversal a todas as idades. É desta forma e com este desafio de prender a atenção de todos que este grupo, constituído de várias gerações, faz a sua homenagem a Santarém.

(Teatro e Música) (Duração) 90’ (Classificação) M/06 (Preço) 3€

Informações e Reservas: 969 392 218 (Grupo Sons do Alviela)

 

 

 

 

sábado:

 

 

Este sábado, dia 16 de junho, às 16h00, integrado na Expo UTIS – Universidade da Terceira Idade de Santarém 2018, o Convento de S. Francisco é palco da Sessão de encerramento do Ano Letivo 2017/2018 e da Exposição , que conta com a participação do Coro da UTIS.

 

A partir 17h00, o Quiosque do Mercado e a Câmara de Santarem oferecem um Festival de Música Out Jazz no Jardim da República, com “Jazz Mint” Jazz e Beossa Nova: Raquel Marques – voz e guitarra, Carlos Sério no Piano + contrabaixista.

Um festival para toda a família. “Aliamos fim de tarde, Verão, música e muitas surpresas!  Teremos a presença de atração também crianças com a parceria do @mycampfamily e @formiga_de_asa!

 

Às 20h00, prossegue o Torneio de Futsal, organizado pela Associação Popular de Alcanhões, no Ringue de Alcanhões, que se realiza até dia 1 de julho, com prémios para os três primeiros classificados e troféus para Melhor Jogador, Melhor Marcador e Melhor Guarda-Redes.

Horário: sextas e sábados, a partir das 20h00 | domingos, a partir das 18h00

 

 

 

domingo:

 

 

Este domingo, dia 17 de junho, às 09h30, tem início o Estágio de Natação Artística Complexo Aquático Municipal de Santarém.

Atividade de reforço e enquadramento de equipa, assim como, trabalho de diversos objetivos gerais e específicos. Atividades lúdicas com principal objetivo de coesão da equipa e continuidade para a época seguinte.

 

A partir das 18h00, prossegue o Torneio de Futsal, organizado pela Associação Popular de Alcanhões, no Ringue de Alcanhões, que se realiza até dia 1 de julho, com prémios para os três primeiros classificados e troféus para Melhor Jogador, Melhor Marcador e Melhor Guarda-Redes.

Horário: sextas e sábados, a partir das 20h00 | domingos, a partir das 18h00

 

 

Em permanência:

 

 

Até dia 29 de junho, há Mostra Bibliográfica “Vamos ler… Vitorino Nemésio”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00 e aos sábados, das 09h30 às 12h30.

 

Relembramos Vitorino Nemésio no 40º aniversário da sua morte (1978) com uma mostra bibliográfica. Poeta, romancista, cronista, académico e intelectual, Vitorino Nemésio está incluído no grupo dos grandes escritores portugueses do seculo XX.

Natural de Praia da Vitória (Açores) veio a falecer em Lisboa, cidade onde exerceu a sua atividade de professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e jaz em Coimbra no cemitério de Stº António dos Olivais, um pedido que havia feito ao seu filho pouco antes de morrer, de ali querer ficar sepultado.

Da vasta obra que nos deixou destacamos a ficção intitulada “Mau tempo no canal” (1944), um romance galardoado com o Prémio Ricardo Malheiro e que retrata um ambiente cosmopolita cuja ação decorre nas quatro principais ilhas do grupo central açoriano. Foi galardoado também, em 1965, com o Prémio Nacional de Literatura e, em 1974, com o premio Montaigne.

 

 

Até dia 30 de junho, visite a Exposição Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.

De 2 de Abril até ao final de junho está em destaque trimestral uma obra da autoria de Cruzeiro Seixas: “Sem Título”, Serigrafia a preto e branco s/ papel, datada de 1980.

 

Até dia 30 de junho, Arquivo Histórico Municipal – Mostra Documental “Falam documentos de outras eras”, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 09h30 às 18h00

Auctos de Conciliação/ das partes neste Juizo de Paz com res[pei]to as Fre/guesias do SSantissimo Milagre, S: [Juliao] S: Louren/ço, desta villa de Santarem.

Livro de registo dos autos de conciliações das partes neste juízo da Paz. Encontra-se numerado, rubricado, com termo de abertura e encerramento, conforme determina o artigo 52. §. 2. Confirmado pelo Decreto de 16 de Maio de 1833. §. 3.º. Santarém 16 de Janeiro de 1835. Assinado pelo Juiz da Paz Sebastião Antonio Schiappa.

O Juízo da Paz, foram (e voltaram na atualidade) instituições com a função de mediarem conflitos, com o objetivo de reduzir o número de processos a seguirem para julgamento nos tribunais de primeira instância. Cada Conciliação custava na época 2$000 réis, assim como cada Declaração de não conciliação, 1$500 réis. O Juiz da Paz era um oficial que nos Concelhos competia encaminhar os processos das conciliações entre as partes e, por delegação do Juiz de Direito da Comarca, as ações por ele confiadas.

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo – Torre das Cabaças, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

É um dos elementos arquitetónicos mais conhecido e emblemático de Santarém, tendo sido, em tempos, a Torre do Relógio do Senado da Câmara.

A Torre das Cabaças, ou Cabaceiro, como o vulgo a denomina, é na realidade uma Torre Relógio, de que se conhece a introdução em Portugal desde os primórdios do século XV. A designação popular fixou-se nos finais do século XVIII, derivada das sete ou oito cabaças de barro colocadas na estrutura de ferro que suporta o enorme sino de bronze datado do 1604. A Torre Relógio de Santarém, construída em meados do século XV, ergueu-se sobre uma estrutura pré-existente: uma torre do recinto muralhado da Vila medieval ligada à Porta de Alpram ou Alporão.

A sua forma prismática, de um paralelepípedo, com uma base de 9,76 por 7,20 m e altura de 26 m (31,40 m com a estrutura de suporte do sino) foi crescendo por sucessivos acrescentos ao longo do tempo, sempre através do mesmo processo construtivo, de aparelho de alvenaria de pedra calcária irregular e revestida a argamassa de cal e areia.

O seu volume áspero e monolítico eleva-se praticamente isento de fenestração até próximo do cimo. Aí, apresenta oito grandes ventanas, duas em cada face, com as vergas em semi-arco, deixando antever uma pequena parte da calote esférica que cobre o seu último piso, suportando, por sua vez, a estrutura de ferro forjado, de forma trapezoidal, que sustenta o enorme sino de bronze e oito peças cerâmicas em forma de cabaças, cuja função é provocar a ressonância do som do sino ao bater as horas.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h10 às 12h15 e das 14h00 às 17h15.

O Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que lhe permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitos desconhecem.

A Alcáçova de Santarém, atualmente ocupada pelo Jardim Portas do Sol, ostenta os mais antigos e mais importantes vestígios da ocupação humana de Santarém, constituindo, por essa razão, o local privilegiado para a instalação de um núcleo museológico que materialize a génese e evolução histórico-urbanística da cidade.

O Núcleo da Alcáçova integra em primeiro lugar, um “Centro Interpretativo”. A sala de exposições foi alvo de um projeto de design global, resultado de uma combinação das tradicionais vitrinas com uma componente multimédia, mediante as quais os visitantes recebem explicações prévias sobre o conhecimento existente de cada um dos períodos cronológicos abordados. Os nossos visitantes podem assim iniciar a sua “viagem” pela cidade, explorando os equipamentos existentes no Centro de Interpretação, seguindo depois caminho para as Ruínas Romanas – onde podem encontrar uma montra interactiva com algumas explicações. Para mais informações, contate: 243 357 288.

Deixe uma resposta

Your email address will not be published.

*

Ultima de Cultura

0 0.00
Ir para Topo