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Landal, o palácio da dança em Santarém

em Cultura

A cidade e os jovens voltaram descobrir uma das mais emblemáticas coletividades da cidade de santarém, a Sociedade Recreativa Operária que tem sede no Palácio Landal.
Depois de vencida mais uma crise no início deste ano, causada pelos três assaltos sucessivos que sofreu na sua sede, a Sociedade recreativa Operária está agora recomposta e redobrou as suas atividades. “Regressou tudo à normalidade quando a polícia prendeu os autores dos assaltos, estando uns presos e outros com pulseira eletrónica”, declara-nos o presidente da direção da sociedade Recreativa Operária de Santarém, Mário Agostinho.
“Desde março, a vida desta coletividade melhorou muito e principalmente com a abertura de aulas de danças e outras atividades ao longo de toda a semana”, adianta o dirigente associativo.
“Todos os dias temos aqui atividades, com destaque para as danças de salão, hip-hop, sevilhanas, tango, música para bebés, ginástica chinesa tai-tchi, ateliês de auto-conhecimento, entre outras”, afirma-nos o presidente da direção da sociedade Recreativa operária, Mário Agostinho.
Apesar de ter perdido muito do seu património na última década, devido às mudanças provocadas pelas obras realizadas neste edifício histórico pertencente à Câmara Municipal de Santarém, a coletividade ainda preserva muita da sua história de mais de 100 anos.
Numa visita às instalações da SRO, que ocupam uma parte do Palácio Landal, é ainda possível observar alguns documentos e fotografias que contam a história desta coletividade, fundada em 1915, pela Fraternidade Operária, formada por um grupo de notáveis de Santarém.
Ao longo do século, ainda mudou de nome para Grémio Operário, o que vale ainda hoje muitos scalabitanos se lhe referirem como o Grémio, até que em 1942 assumiu a designação atual de Sociedade recreativa Operária, mantendo sempre o Padre Francisco Nunes da Silva como patrono desta fraternidade operária, como reconhecimento pela obra social que o Padre Chiquito, como ficou popularmente conhecido pela população, deixou na cidade.
“É uma satisfação ver a juventude de volta a esta coletividade”, diz-nos Mário Agostinho, afirma o dirigente associativo há mais de 40 anos ligado à Sociedade recreativa Operária. “A maior parte das pessoas nem sabia que existia esta coletividade, ou pensavam que aqui só havia jogo e copos, mas isso não é verdade, como as pessoas agora estão a descobrir, principalmente os muitos jovens que por aqui passam durante toda a semana”, adianta Mário Agostinho.

Horário das atividades:

2.ª feira: 17h-19h – Dança de Salão; 19h-22h – Dança de Salão/Social; 17h Música (piano);

3.ª feira: 10h-12h – Tai-Chi; 17h – 18h – Dança de Salão; 18h -20h – Hip-Hop, Afro House; 20h – 22h – Dança de Salão;

4.ª feira: 17h – 21h – Sevilhanas e Flamengo;

5.ª feira:  10 h-12h – Tai-Chi; 17h – 19h – Dança de Salão; 19h – 21 h – Tango Argentino; 21h – Dança de Salão;

6.ª: 17h – 21h – Sevilhanas e Flamengo; 21h – 22h – Dança de Salão/Social;

Sábados: 11h30 – 12h30 – Ateliés de Auto-Conhecimento.

 

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