Após a denúncia, na semana passada, do Movimento Cívico Ar Livre de Rio Maior da ocorrência de descargas poluentes no rio Maior, a deputada do CDS, eleita por Santarém, Patrícia Fonseca questionou o ministro do Ambiente sobre o assunto. A água do rio foi descrita com tendo uma “cor vermelha e pastosa e com um cheiro nauseabundo”. A deputada quer saber se o ministério sabe deste assunto e se vai avaliar as licenças de descarga emitidas às indústrias ali existentes, nomeadamente agroindústrias, que detêm licenças de descarga de águas residuais emitidas pela APA-ARH Tejo e Oeste. A deputada recorda que as licenças salvaguardam que qualquer “alteração das condições do meio de descarga”, nomeadamente, a redução de caudal devido à seca, deveriam levar à reavaliação dessas licenças. A deputada do CDS-PP pergunta também se a Agência Portuguesa do Ambiente tem realizado ações de fiscalização das estações de tratamento das empresas desta zona e pede informação se estes equipamentos estão ou não a funcionar em boas condições. Patrícia Fonseca quer ainda saber com que periodicidade têm sido feitas inspeções e quais os resultados, assim como quantos autos foram levantados. A situação foi denunciada e documentada fotograficamente pelo Movimento Cívico Ar Puro e foi inclusivamente enviada carta ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, dando conta de que “o rio não tem caudal, neste período de seca extrema”, pelo que “estas descargas têm um impacto extremo no já moribundo rio”.
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