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Santarém – Rui Barreiro defende reabertura da EN114

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“É inadmissível que esta estrada nacional permaneça cortada há 36 meses; pelo menos devia ter aberto a circulação aos veículos ligeiros, ainda que condicionada”,  afirmou o candidato Rui Barreiro durante uma visita ao local, este domingo de manhã.

Da ruína da muralha que se esboroa sobre a rua Pedro Canavarro partiu a comitiva, em direção à Ribeira de Santarém. Um roteiro que permitiu verificar, uma vez mais, o estado de abandono em que se encontra o património edificado e natural na cidade.

Nesta caminhada, Rui Barreiro foi acompanhado pela equipa que o acompanha nas listas de candidatos do PS, entre os quais o candidato à União de Freguesias da Cidade, Carlos Catalão, num animado grupo a que se juntaram cidadãos e técnicos interessados nas coisas da cidade.

Partimos da rua Rua Pedro Canavarro onde a ruína da muralha medieval ameaça desprender mais um calhau sobre os transeuntes. Intrépidos, prosseguimos pelas ruas do casco histórico entre comentários de espanto sempre renovado perante as belas paisagens da cidade e dos seus muitos miradouros, mas também de desencanto pelo estado de abandono em que se encontram muitos dos edifícios. Rui Barreiro critica a “incapacidade demonstrada pela Câmara para dinamizar o centro histórico, como fez, por exemplo, o vizinho município de Óbidos”.

Descemos por uma calçada que alguém nota que nunca mais viu obras de manutenção depois de ter sido intervencionada ao tempo da presidência de Rui Barreiro. E chegamos ao famoso troço da EN114, cortado ao trânsito vai para três anos, e agora transformado agora num dos melhores “passeios cénicos” da cidade, livre de automóveis, ou quase livre, como pudemos ver, com alguns carros de moradores a passarem por nós, movimento ainda assim muito inferior ao dos ciclistas e corredores nesta manhã de domingo.

Uma excepcional caminhada que poderia ser melhor se o matagal não ocultasse até a Fonte das Figueiras, um dos mais belos monumentos medievais da cidade. “No mínimo, devia existir um painel informativo neste monumento nacional”, comenta Rui Barreiro.

A exuberante vegetação que já engoliu os olivais e continua a crescer desordenadamente é uma ameaça à segurança das encostas da cidade.  Como notaram alguns técnicos que acompanharam a visita, o matagal agrava não só o risco de novos deslizamentos de terras como também aumenta o perigo de incêndio. Este matagal nas encostas é como um rastilho de pólvora para a cidade, pois a vegetação toca perto das casas do centro histórico, comenta um bombeiro que integrou o grupo.

Candidato propõe plano de investimentos nas barreiras e renegociação com o Governo

Chegados às famigeradas barreiras de Santa Margarida, Rui Barreiro considera “inadmissível que este troço da estrada nacional esteja há 36 meses cortado ao trânsito e que continue tudo na mesma. Devia pelo menos haver circulação condicionada ou alternada de veículos ligeiros. Isto permitiria aliviar o trânsito na estrada da estação, a única via agora disponível de acesso à Ponte d. Luiz”.

O candidato socialista anunciou que irá propor, no próximo executivo municipal, um plano plurianual de investimento nas barreiras e a renegociação com a Administração Central das comparticipações nacionais necessárias aos elevados financiamentos necessários às obras de estabilização das encostas de Santarém.

Rui Barreiro entende que “sendo uma estrada nacional que se encontra cortada, devia ser a administração central a custear a obra, no entanto, a Câmara até aceitou pagar metade do investimento nacional não comparticipado, erradamente, na minha opinião, e o que é certo é que não aconteceu nada”. O candidato sublinha que esta é uma questão prioritária e por isso lhe dedicou esta primeira ação de campanha, recordando que a importância da reabertura esta via até já mereceu uma tomada de posição solidária dos presidentes das câmaras de Almeirim, Alpiarça e Coruche, dada a importância regional desta via.

Rui Barreiro recordou ainda que “o presidente da Câmara e candidato do PSD disse, publicamente, num debate que iria entregar o cartão de militante do PSD e cortaria a linha do norte, se as obras não avançassem… só que mais tarde disse que afinal estava a brincar, e isto não é uma brincadeira, temos uma estrada nacional cortada há 3 anos no acesso à cidade e as obras nem sequer começaram!” Para o candidato socialista, “esta situação é inaceitável, isto afeta o dia a dia de milhares de pessoas e até os comerciantes da cidade se queixam de que o corte deste acesso retirou clientela”.

“Por opção do anterior executivo os financiamentos públicos do Polis, para a requalificação de jardins na cidade, foram investidos no plano geral de estabilização das encostas de Santarém, e depois a autarquia ainda aceitou pagar metade da parte da obra não comparticipada pelos fundos comunitários – e mal o fez porque trata-se de uma estrada nacional e a autarquia tem muito por onde gastar esse dinheiro”, afirma Rui Barreiro. O candidato considera que “ao ter assumido esta comparticipação numa obra da responsabilidade da administração central, a Câmara abriu portas a que em futuras obras seja também chamada a pagar, o que vai exigir de futuro negociações mais complicadas com a administração central. E apesar dessa atitude da Câmara, o certo é que as obras ainda não começaram…”

“O comércio local e as diferentes atividades económicas têm sido claramente prejudicados por esta inércia da gestão municipal. Só mesmo uma liderança inoperante do Executivo pode conviver com uma situação destas. O problema do corte da EN-114 prende-se com um problema maior, que tem a ver com a consolidação das barreiras de Santarém. É um projecto que deveria ter sido assumido como nacional, e não o foi. Não podemos estar satisfeitos com isso, uma vez que não está garantido que não se repita novo deslizamento das barreiras noutro local”, afirma o candidato.

Já perto da Ribeira deparamo-nos com uma máquina retroescavadora, novinha em folha, ainda sem uma arranhadura sequer na pá e já pronta a começar as obras, certamente…

Próxima visita será à Estação Zootécnica Nacional

Esta ação iniciou um conjunto de visitas ao concelho, em particular a alguns dos lugares onde são maiores os constrangimentos para a população. A próxima visita será à Estação Zootécnica Nacional, na Fonte Boa, outro problema prioritário a resolver no concelho. Para o candidato, o projeto do Agrocluster e centro de competências da agroindustria na Fonte Boa permitiria relançar esta infraestrutura de investigação científica, fixar massa crítica no concelho, mas o tempo vai passando, o quadro comunitário de apoio está a acabar e se não se fizer nada, corre-se o risco de perder esta infraestrutura de apoio à agricultura e à agroindustria”.

 

1 Comment

  1. Aqui esta’ a prova de ” COMO NAO SE TRABALHA ” na Camara Municipal de Santarem ( CMS ). E o pior cego e’ aquele que nao quer ver.

    Rudi B. – Fi

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