Ruas do centro histórico de Santarém são perigosas
Opiniões online Sexta-feira, Setembro 3rd, 2010O Leitor
Casimiro Dias Luís
Exmo. Sr. Director, solicito a V. Ex.ª. o favor de me deixar expressar através do Jornal O Ribatejo a minha indignação sobre o seguinte:
Quem transitar a pé pelas ruas Dr Teixeira Guedes e Capelo e Ivens, no Centro Histórico de Santarém, arrisca-se a fracturar ou a partir um pé ou um braço ou ainda a ficar sem os saltos dos sapatos. As referidas ruas são pavimentadas com calçada, cujas juntas ou espaços entre os paralelepípedos, apresentam grandes aberturas, sobretudo na segunda rua, que dão origem a que as pessoas metam o bico ou o salto dos sapatos nas mesmas, caiam ou fracturem os ossos.
Na primeira rua, em frente ao n.º 15, na sexta-feira passada (13-08-2010), uma senhora tropeçou num paralelepípedo que estava a um nível superior aos outros, caiu ao solo e fracturou um braço e por consequência, foi conduzida pelo INEM ao Hospital de Santarém, onde foi assistida e o braço engessado. Uma semana antes, na Rua Capelo e Ivens, no troço sul, a partir do cruzamento desta artéria com a Rua João Afonso (vulgo Canto da Cruz), onde o piso em calçada se encontra muito irregular e por isso, muito perigoso, mais uma munícipe ali caiu e fracturou um pé.
A meu ver os responsáveis pelas obras daquele sector, devem passear-se pelas referidas ruas, inteirar-se da situação e mandar encher aquelas juntas.
Até lá inclinar-se-á toda a responsabilidade à Câmara Municipal de Santarém pelos acidentes ali ocorridos.
Short URL: http://www.oribatejo.pt/?p=11009











Sou estudante na cidade de évora e deixe me que lhe diga que a calçada de santarém é fantástica. Quando for a évora, preferencialmente ao centro histórico, repare no tamanho das pedras de calçada e no tamanho das juntas. E mais, não está nem um pouco nivelada.
Para se proceder ao arranjo destas ruas é necessário mau de obra e dinheiro para a compra de novos materiais e para pagar a quem procede ao arranjo. O que talvez não facilite a circulação nas ruas que referiu é a existência de esplanadas, pois recentemente lá passei e não existe uma margem de passagem confortável entre a esplanada e os edifícios, devido à circulação pedonal intensa durante a semana.