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O fim anunciado dos Bombeiros Municipais de Santarém?

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Não sei até que ponto é possível publicar esta minha informação ou mesmo excertos que possam completar e esclarecer algumas dúvidas acerca das notícias que têm vindo a ser publicadas não só pelos jornais da cidade, mas também por alguns jornais nacionais, sobre os Bombeiros Municipais de Santarém.
Assim, nem que seja apenas para aquele que irá ler esta exposição, aqui deixo alguns elementos sobre os quais poderão reflectir e até investigar.
Pela Secção de Recursos Humanos da Câmara Municipal de Santarém, foram os Bombeiros não profissionais, que prestam serviço nos Bombeiros Municipais de Santarém, informados, que “ a partir do próximo mês (Novembro) inclusive, não serão efectuados pagamentos relacionados com horas de fogo”
Desta decisão nada mais se sabe, a não ser que foram ordens superiores, e o Comando diz nada saber sobre a situação.
Em Santarém o pagamento de gratificações aos que acudiam aos fogos, remonta ao século XIX, sendo possível constatar-se este facto, através dos livros de orçamentos existentes no arquivo histórico da Biblioteca Braamcamp Freire, através das actas da Câmara Municipal e pelos Jornais da época.
A titulo de exemplo,
Em Fevereiro de 1897, o então Correio da Estremadura publicava a notícia, que “pelo Governo já havia sido aprovado o novo regulamento dos serviços de extinção de incêndios desta cidade, no qual se estabelece o seguinte quadro de pessoal.
• Um Inspector-geral, sem vencimento.
• Um Chefe de Companhia, sub- inspector, sem vencimento.
• Dois Chefes de Esquadra, com ordenado anual de 9$000 réis, cada um e a gratificação de 200 réis por saída.
• Seis Bombeiros de 1ª classe, com o ordenado anual de 7$500 réis, cada um e a gratificação de 160 réis por saída.
• Dez Bombeiros de 2ª classe, com o ordenado anual de 6$000 réis, cada um e a gratificação de 140 réis por saída.
• Um quarteleiro com o ordenado de 4$500 réis.
• Vinte e seis condutores serventes com o ordenado anual de 2$500 réis cada um e a gratificação de 100 réis por saída”.
Pelo tempo fora e como é de compreender, estes valores foram sendo rectificados, o “ordenado” passou a designar-se trimestre e as gratificações ajustadas.
O trimestre passou a “pagar” a disponibilidade do pessoal para sempre que necessário e apesar de não estar de serviço, ser chamado a comparecer aos mais diversos acidentes, fogos, etc., tal como é premiado algum pessoal operário da CMS/DOE que faz piquetes de prevenção, permanecendo em casa, disponível para ocorrer às mais variadas situações que possam vir a verificar-se.
As horas fogo, como passaram a ser chamadas, gratificam as horas de serviço prestado pelos Bombeiros não Profissionais, funcionando da mesma forma, que as horas extra do pessoal desses piquetes de prevenção da CMS/DOE, ganha se tiver de ocorrer a qualquer situação que lhe apareça durante o piquete.
O Corpo de Bombeiros Municipais, nunca foi profissionalizado, tendo durante estes anos tido uma componente mista, com alguns profissionais apoiados por pessoal gratificado á hora, pessoal que foi sendo recrutado e convenientemente instruído para fazer face às situações com que no dia-a-dia se vão confrontando. (Há pouco tempo 20 profissionais para garantir 24 horas por dia)
Actualmente o valor dessa gratificação é 2.49 euros/hora, valor que premeia as horas feitas no horário normal, nocturnas, fins-de-semana, alimentação, etc., sem qualquer outro benefício ou regalias sociais.
Ao fim-de-semana temos pessoal que passa seguidas, 24 horas de serviço por escala, ou seja por necessidade do serviço, e que tem de pagar do seu bolso as refeições que ali faz, sem outras contra-partidas e auferido apenas o valor hora já anteriormente indicado.
Em 1850, o Dr. Francisco Maria de Santa Cruz, médico vogal do Concelho de Saúde Pública de Lisboa, apresentou uma memória sobre os diferentes meios de atalhar os incêndios, onde demonstrava a necessidade do estabelecimento, a exemplo de Paris, de um Corpo de Sapadores Bombeiros, pois, “ Só de homens arregimentados, convenientemente instruídos e exercitados, só de homens pagos e destinados para este fim é que tudo quanto é possível se pode conseguir.”
Pretendia este Senhor dizer, que era necessário profissionalizar, instruir e treinar o pessoal, pois só assim se poderiam obter mais-valias.
Palavras sábias para a época, com as quais estamos plenamente de acordo, no entanto, os magros recursos financeiros do Estado e Câmara e a inércia da actuação da Administração Pública, não conseguiram até hoje corresponder aos anseios deste homem, anseios por nós também comungados.
É pois de estranhar a forma impensada com que a Câmara Municipal decidiu deixar de cumprir com as suas obrigações para com este pessoal, obrigações que vêm de há bastante tempo, que consideramos legitimas e inevitáveis, e que mais não são que bens adquiridos com o tempo no exercício duma função publica.
É pois de estranhar, que uma entidade publica possa por de lado aqueles de quem ao longo destes anos se serviu, sem uma palavra, sem uma compensação ou conforto.
Ao invés de outros executivos, que desde 1978 premiaram os bombeiros com um 5º trimestre, estes últimos executivos não têm vindo a pagar os trimestres regularmente como também nos pretendem retirar o que está estabelecido, pelo Governo, pelo menos desde 1897.
Será esta a famigerada reestruturação anunciada, ou pelo contrário será este o fim dos Bombeiros Municipais?
Uma Câmara que não tem cerca de 90 mil euros/ano, 7 500/mês, para pagar a 25 bombeiros que reforçam a falta dos profissionais, terá 450 000 euros/ano, 37 500/mês, ou mais, para pagar a 25 profissionais, para os substituir, ou quererá mesmo acabar com os bombeiros?
Creia o Sr. Director que a nossa preocupação não é tão-somente o que nos fica por pagar, que terá o sitio certo para ser dirimido, e/ou o facto de a Câmara ir gastar mais dinheiro, o que é certo é que actualmente os bombeiros profissionais já estão a fazer dois turnos em vez de um, (devidamente compensados por horas extra), e não terão muitas possibilidades de só por si fazer todo o serviço.
A nossa preocupação está directamente relacionada com a operacionalidade dos bombeiros em Santarém, pois o número de profissionais é actualmente um terço do que a lei determina (para este tipo de bombeiros e concelho), pois como é sabido os Bombeiros Voluntários de Santarém, tal como todos os outros Bombeiros Voluntários do País, debatem-se com falta de efectivos. (quem é que quer trabalhar de borla)
Ao lermos os jornais da época, verificamos que Santarém já foi assim com a falta de água, (apesar de estar perto do Tejo), Santarém já foi assim com os Bombeiros e com outras entidades públicas, a polícia está como está, os bombeiros estão como estão, a água foi ou está a ser privatizada. Será que estamos a voltar ao passado? Será que se irá tudo complicar? Espero bem que não!

Com os melhores cumprimentos

José Silva

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Publicado por on Dez 8 2009. Arquivado em Notícias do leitor. Pode seguir os comentrios a esta notcia atravs de RSS 2.0. Pode deixar um comentrio ou remeter para esta notcia

17 Comments for “O fim anunciado dos Bombeiros Municipais de Santarém?”

  1. a isto é que eu digo: portugal no seu melhor… ha pois é…
    ass: ana abreu

  2. Caros leitores.
    É vergonhosa a situação dos bombeiros voluntários nos Municipais de Santarém.
    Não se abriu concurso atempadamente para que se completasse a falta de efectivos que se tem notado desde há vários anos, cabendo aos desgraçados dos voluntários completar as faltas.
    Gostaria de salientar que o Sr. Moita Flores e o Sr. Vereador da P. Civil deveriam ter avisado no inicio do Verão do corrente ano ( época de inicio de fogos ) que deixaria de pagar as chamadas horas de fogo. Pois nesse momento se houvesse suspeita de que tal iria acontecer com certeza que nos Bombeiros Municipais não haveria alguém que estivesse de férias, ou junto da família que abdicasse desses privilégios para ficar de prevenção aos fogos no distrito, nem mesmo os profissionais desta corporação.
    Falo dos profissionais também, porque eles também sofrem com estas histórias, eles não tem meios alguns, tanto materiais como humanos para que possam ver as suas necessidades satisfeitas .
    Pelo contrario, agora são obrigados a completar a falta de efectivos originada pelo não pagamento aos voluntários sem mais nenhuma compensação a nível de vencimento.
    Não têm viaturas em bom estado, apenas duas ambulâncias são novas e uma delas é pertença do INEM, quanto aos outros veículos estão uma miséria.
    Sempre que há uma saída de socorro a vida dos bombeiros fica no fio da navalha, a profissão como se sabe é de risco, mas com falta de travões ou outras deficiências graves nas viaturas e equipamento, o risco é naturalmente acrescido.
    As camaratas onde dormem não têm condições, ainda agora a Câmara de Santarém mandou um grupo de electricistas enche-las de buracos, só para colocar uns detectores de incêndio. Só visto !
    - Ainda bem que o quartel não é alvo de inspecção, por chumbava no exame. O refeitório foi deslocado para 100 metros abaixo do quartel. Os bombeiros para se alimentarem, esteja a chover, a fazer frio ou sol, tem de se “deslocar em serviço” para um local que mais parece uma pocilga longe de tudo e de toda a operacionalidade montada, no caso da central receber um pedido de socorro ao fazer a transferência muitas das vezes os bombeiros nem se apercebem, embora a chamada seja feita através do som amplificado, aí o que vale é a boa vontade de alguns elementos que põem o seu telemóvel ao dispor da autarquia.
    Muitos dos voluntários estão nos Municipais há tantos anos que já não têm “segundo a Lei” idade para concorrer ao quadro de profissionais, isto é, se abrir concurso.
    Assim sendo, e sem qualquer tipo de compensação, esses Bombeiros só tem uma coisa a fazer, ou vão embora para outras associações ou apenas se apresentam no quartel dos Municipais para fazer 270 horas anuais e nada mais.
    Este último caso, só acontecerá se a Câmara de Santarém quiser manter o voluntariado.
    Também gostaria de perguntar ao Sr. Presidente o porquê a autarquia não colocar a hipótese de os pagamentos serem feitos através de recibos verdes passados à Câmara ou através da constituição de uma associação sem fins lucrativos ), situação essa já existente nos Municipais de Santarém?

    Feliz Natal

  3. Prezado RR. O que o Dr. Moita quer é acabar com os Bombeiros Municipais, mas está-se esquecendo que os Bombeiros Voluntários de Santarém, são uma associação, e que nela quem manda são os sócios.

    Será que esse Douto Sr. já pensou nesta situação, ou será que já anda nos bastidores a fazer a sua politica do promete, promete mas não cumpre, com o intuito de enganar a direcção e assembleia geral dos BVS, e poder sair de forma airosa e sem compromissos, passando para a instituição as suas obrigações enquanto responsável pela protecção civil do Concelho.

    Fazer festas com o dinheiro dos outros é mais fácil, e se já não tivermos intenção de pagar melhor.

    Falar alto, dizer mal das instituições, quando muitas das vezes o erro é nosso, deixa de ser intimidante, vindo de onde vem.

    Cumpra com as suas obrigações, e deixe os Bombeiros Voluntários em paz, como fazem outras autarquias, onde existem bombeiros voluntários e municipais.

  4. Bombeiro Voluntário esse por convicção, gosto, e vontade de auxiliar o próximo, Bombeiro Voluntário não e profissão e uma causa nobre que neste momento volta a der desvirtuada com toda esta lamecha de prosas, trata-se de um mal que começa a alastrar por todas os Corpos de Bombeiros

  5. Conforme era esperado hoje dia 12/12/2009 desde as 07H00 que não temos serviço de INEM, feito pela viatura paga pelo INEM, com quem a Câmara Municipal de Santarém tem protocolo assinado desde 1978. Este facto deve-se á falta de pessoal e não a qualquer deficiência nas viaturas ao serviço do Corpo de Bombeiros. Para que se saiba, apenas estão de serviço quatro (4) bombeiros o que não chega a ser a guarnição duma viatura de incêndios.
    (…)
    Rica prenda de Natal.

  6. Pois, penso que todos percebemos a situação dos Bombeiros Profissionais dos BMS, durante muito tempo eles próprios dispensavam e os enxovalhavam os voluntários do mesmo Corpo, para poderem ser eles a ganhar horas extras e hoje que o Presidente Moita Flores decide acabar com os maus costumes e eles estão preocupados como os voluntários porque não são remunerados á hora, não percebo porquê?? Mas não se lembraram disso antes.
    Ainda não perceberam que o Presidente já reparou quanto custa cada um de vós! 1500€ Mês, pensam que acreditamos que a vossa preocupação é os voluntários não serem remunerados e não do vosso vencimento cheiroso sem qualquer esforço e ainda por cima dizem mal do PATRÃO, tenham vergonha e não falem em nome dos voluntários, como vocês profissionais fossem a salvação da Cidade e dos seus habitantes ou então só revela que vós não conseguem fazer nada sem voluntários, porque neste momento é o que está a acontecer.

  7. O Presidente diz que vai arrumar a casa e tenho a certeza que também vai fazer uma limpeza geral, se dizem tanto mal dele e das instalações o que fazem ainda aqui?, sabem que muitos já estiveram nos serviços gerais da Câmara mas desta vez acho que nem aí vão ter lugar, preparem a bagagem para mudarem de casa, em Santarém temos muitos jardins onde podem ser úteis na sua conservação e vai abrir o parque subterrâneo que vai necessitar da vossa ajuda para arrumar os carros, basta tirar 12 dos 21 profissionais para isso ficar resolvido nesse Corpo e todos estão bem identificados.
    Até já falam na fusão e quem manda é os sócios da Associação dos Voluntários, não tenham medo pois o Presidente sabe perfeitamente como funciona as associações, nada disso o move de resolver a situação que mais ninguém teve a coragem de o fazer aprendam a ser sociáveis que isso pode os ajudar muito nas decisões a tomar no futuro

  8. Os Voluntários, que integram os bombeiros municipais de Santarém e também na Orgânica do Serviço Municipal de Protecção Civil da C. M. de Santarém, actuam de igual forma como a componente profissional já que a formação é igual para todos.
    Mas agora sabem que, que a sorte não lhes sorri… estiveram sempre ao seu lado! Prontos a ajudar, nesta nobre causa, que tão honradamente abraçam.
    Agora nem recebem os 150€ mensais que lhes são devido. Porque?? Porque a câmara não tem dinheiro?? Onde param os meus impostos?

    A população precisa de estar ao lado dos bombeiros, sejam Municipais, Voluntários (Santarém, Pernes, Alcanede). Todos um dia precisaremos deles, os que já precisaram sabem o que eles valem. Se não ajudaram é porque não deixam.

    PENSEM NISTO

    AJAndrade

  9. porque é que 150€ são devidos a um trabalho VOLUNTÁRIO? continuou sem entender! eu faço o meu voluntariado, não recebo 1 cêntimo e trabalho em muito piores condições, no entanto a vontade de ajudar os outros não me deixa desistir. Afinal fui, mesmo sabendo que não era pago. Fui porque quis fazer VOLUNTARIADO!

    No entanto é uma profissão de louvar! Bombeiros, Socorristas etc! Um Bem Haja a todos vós!

  10. Actuação do voluntário:

    Actuar como voluntário é ter um ideal por bem fazer, que assenta numa relação de solidariedade traduzida em:

    - Liberdade, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania activa;

    - Responsabilidade pelas actividades que desenvolve com os destinatários;

    - Participação nas actividades a desenvolver pela organização promotora na aplicação do Programa de Voluntariado;

    - GRATUITIDADE no exercício da actividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente;

    - Complementaridade com a actividade dos profissionais, sem os substituir;

    - Convergência e harmonização com os interesses dos destinatários da acção e com a cultura e valores das organizações promotoras.

    e exigem ser pagos? então não se auto-intitulem voluntários.

  11. Gostava de deixar um comentário, achas que são 1.74 por hora que paga horas e dias a puxar mangueira, a circular em viaturas obsoletas, a dar o litro, pois como deves calcular as pessoas não são todas iguais, são pessoas como tu que por vezes olham para os bombeiros com desdém, mas pelo menos na minha zona, nós estamos lá quando é necessário a qualquer hora, e mais não esqueças que muitos de nós tem mais formação e profissionalismo do alguns pseudo bombeiros. outra informação, quando falas assim dos bombeiros e generalizas devias pensar como eu penso, nos meus colegas que perderam a vida a executar a sua missão de bombeiros a tentar salvar pessoas como tu. pensa nisso antes de generalizares e agredires verbalmente aqueles que são bons profissionais, independentemente se são voluntários ou sapadores.

  12. Parte 1 – A População de Santarém merece um socorro eficaz.
    Nós estamos a colher o que durante anos o mau comando semeou e até com ajuda dos ditos Profissionais.
    Como podem os Voluntários falar quando mais de metade fizeram do socorro é feito pelos municipais (profissionais e voluntários)?
    Tudo se resume a quem manda em quem.
    Porque nunca existiu união no CBMS e tentaram resolver os problemas Internos?
    Se hoje existisse uma pirâmide de hierarquia, nos BMS, todo esta "confusão" tinha razão de ser?
    Digam a verdade à População de SANTARÉM.
    Posso não ser exemplar e não sou "santo" nenhum. Podem acusar-me de tudo, menos que nos últimos anos, tenho tentado o dialogo, ajuda e denunciado situações graves a nível orgânico dos BMS e sinto-me TRAÍDO, DESILUDIDO o que me leva à DESMOTIVAÇÃO TOTAL. Que culpa tem a os voluntários dos CBMS não terem um Comandante á altura?
    Estou e sempre estive disposto a esclarecer fosse quem fosse. No entanto sinto-me "usado" pelos Políticos nos últimos anos. O problema dos CBMS resume-se à má gestão interna.

  13. parte 2- Nunca fiz comentários em anónimo, mas agora tem que ser.
    Desde a alguns anos para cá que a Anarquia se instalou no BMS. Nenhum Presidente do Município teve "coragem" de "mexer" no Comandante e o grave é que todos os Presidentes tiveram acesso e conhecimento de todo o tipo de Incompetência, Injustiça e até situações, de tal gravidade que nem me atrevo, de momento, a escrever sobre elas. Como pensaria e agiria qualquer um se fosse confrontado, após vários anos de luta séria, com um futuro "incerto"?
    E ainda por cima ver "premiado" logo a pessoa que alem de não defender os seus próprios Homens, simplesmente "criou" uma falsa imagem dele próprio.

  14. parte 3- Aceito e defendo o projecto pioneiro que o Presidente informou, só peço que seja feita Justiça aos Profissionais e Voluntários dos municipais de Santarém que não tem culpa da situação de comando se ter arrastado até hoje.
    Defendi sempre Bombeiros em Santarém, Municipais (Profissionais, Voluntários), Voluntários (Santarém, Pernes, Alcanede), felizmente, respeitando todos por igual. A Formação Teórica é única, sendo na prática do dia a dia a única diferença entre as 4 Instituições.
    A bem da Justiça e da Verdade.

    BOMBEIRO ENGANADO

  15. Para fundir os 2 corpos de bombeiros num só implica a extinção de um deles. Qual? Ao extinguir os municipais, a câmara passa a não ter jurisdição sobre o corpo de bombeiros. Se fosse para extinguir os voluntários, a câmara não tem poderes para isso, visto que os voluntários pertencem a uma associação, e aí os sócios é que mandam.

  16. Pois é… isto é tudo muito bonito. Mas a câmara não tem dinheiro para apagar aos funcionários. Agora ficam também por pagar os retroactivos a todos os funcionários. Será que isto vai ser assim ate ao final do mandato. Devo estar a fazer confusão mas vai haver festa agora no fim do ano. E o dinheiro que nos devem?? Veja o que anda a fazer Sr. Presidente. Não arranje lenha para se queimar.

  17. Não olho de forma alguma com desdem para os bombeiros! São meus companheiros de noites, de dias, de trabalho! Gostava de deixar isto bem claro.

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