Eleições para a presidência do Instituto: A palavra ao candidato Jorge Faria
Ensino Segunda-feira, Dezembro 28th, 2009Quais as razões da sua candidatura?
Candidato-me à presidência do Instituto Politécnico de Santarém (IPS) porque entendo reunir as competências mais adequadas para liderar com sucesso esta grande organização, dotando-a dos instrumentos necessários para enfrentar todos os desafios que se perspectivam de um modo altamente profissional e integrado, alicerçando um modelo de gestão assente num corpo docente de elevada qualidade e no enorme profissionalismo do seu pessoal não docente. Também é minha convicção representar a geração do futuro desta Instituição, a única capaz de colocar o Instituto Politécnico de Santarém no trilho da modernidade, compreendendo claramente os desafios do futuro e sendo capaz de os antecipar. Esta é uma candidatura para assegurar o futuro da Instituição, o que só poderá alcançar-se com novos protagonistas e um quadro de referências adequado ao mundo actual. É fundamental que a presidência do instituto prossiga uma visão assente numa estratégia clara e que consiga envolver todo o instituto.
Quais são as suas principais propostas?
O meu projecto assenta numa ideia de missão para o IPS: Os meus objectivos passam por gerar, difundir e aplicar conhecimento, numa ampla diversidade de perfis de qualificação, promovendo a educação superior assente na liberdade de pensamento e de exercício crítico, contribuindo para a construção de um modelo de sociedade baseado em princípios humanistas e que tenha o saber, a criatividade, a inovação e a solidariedade como factores de desenvolvimento sustentável e de compromisso com a sociedade. Esta missão sustentar-se-á em valores de partilha e de solidariedade, de diálogo e participação na vida das comunidades. Defendo uma redefinição dos sistemas pedagógicos, conferindo o maior enfoque às aprendizagens, à empregabilidade e à formação ao longo da vida. A minha candidatura aposta também numa maior promoção da investigação e do desenvolvimento, particularmente através do reforço dos programas de pós-graduação. Inovação e empreendedorismo, com base numa maior colaboração com as empresas e comunidade, são também algumas das minhas propostas, a par da adopção de estratégias institucionais sustentadas de mobilidade e de internacionalização dos organismos do Instituto. Quanto ao financiamento, defendo uma diversificação das fontes, no quadro de uma gestão com autonomia e flexibilidade.
Sob a minha liderança, as escolas não deixarão de ser consideradas estruturas privilegiadas na prossecução dos objectivos e verdadeiros centros de gestão partilhada, cujas diferenças valorizaremos alcançando assim uma maior coesão interna. Devemos ter igualmente presente a necessidade de alcançar uma maior projecção pública, num quadro de uma maior abertura à sociedade, como factor essencial da modernização e afirmação institucional do Instituto. É importante também que a inovação e a transferência de conhecimento estejam presentes como formas de sustentar o ensino de excelência e uma imagem institucional diversificada.
Um aspecto central deve ser a preocupação com a empregabilidade e o reforço das ligações institucionais de modo a sustentar a empregabilidade dos nossos diplomados. Para isso proponho a criação de um Observatório do Emprego, que promova estudos sobre as necessidades de qualificação na região.
Outras notícias que lhe podem interessar
- Eleições para a presidência do Instituto Politécnico de Santarém- Entrevistas em VÍDEO
- Novo ano lectivo no Instituto Politécnico de Santarém já arrancou
- Investigação avança no Instituto Politécnico de Santarém
Short URL: http://www.oribatejo.pt/?p=4102










[...] Jorge Faria [...]