As comissões de praxe das escolas do Instituto dizem-se “unidas” na defesa da praxe académica, uma tradição que consideram importante para a integração dos novos alunos. Os responsáveis destas comissões referem ter reunido várias vezes entre si e com a presidente do Instituto com o intuito de melhor organizar estas actividades e de reabilitar a imagem desta tradição.
Uma praxe “incomodativa mas não humilhante”: é assim que definem os objectivos da sua acção, salientando ainda que uma das principais missões destas comissões é ajudar os alunos mais novos, tendo sempre em atenção os seus direitos e “a saúde dos caloiros, não usando produtos que lhes causem problemas” e tendo “bom senso em todas as praxes”.
Os veteranos destas comissões salientam que são eles que, muitas vezes, levam os alunos mais novos a conhecer a cidade, a saber onde existem quartos para alugar, os horários dos comboios e até chegam a emprestar dinheiro.
Novidade este ano é o facto da praxe ter sido de novo possível na Escola Agrária e da comissão de praxes da Escola de Saúde ter também decidido realizar estas actividades. Recorde-se que, no ano passado, as praxes foram proibidas na Agrária e na Escola de Saúde a comissão suspendeu as actividades. Estas duas situações levou a que aAgrária não tivessem ido ao desfile e os da Saúde tivessem desfilado em protesto. Este ano todas as escolas vão ao desfile que será no próximo dia 11 de Novembro.
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